O caixa nunca fecha
Dinheiro, transferências, cartões, o fun dive que foi cobrado no píer. No fim do dia você soma na mão e o número não bate. E o que não bate quase sempre é dinheiro que entrou e não foi registrado.
Caixa, pagamento de instrutores, reservas e fichas dos seus mergulhadores — automatizado e em um só lugar. Você usa seu tempo no que nenhum aplicativo faz: falar com seus clientes, estar com seus instrutores, dar bons mergulhos.
Sem cartão de crédito. Em português, espanhol e inglês.
O dia a dia de verdade
Ninguém abriu um centro de mergulho para preencher planilhas. E mesmo assim, é assim que as tardes acabam.
Dinheiro, transferências, cartões, o fun dive que foi cobrado no píer. No fim do dia você soma na mão e o número não bate. E o que não bate quase sempre é dinheiro que entrou e não foi registrado.
Quem deu qual curso, quantos mergulhadores levou, em quais saídas acompanhou, quem foi auxiliar. Sai da memória e de três planilhas diferentes. Um erro aqui não é um erro contábil: é uma conversa desconfortável com a sua equipe.
Formulários preenchidos no balcão com o grupo esperando, assinaturas para arquivar, seguros vencidos que ninguém olhou. É a parte mais delicada do negócio e a que tem menos controle.
Como funciona
Não é mais um sistema para alimentar. É o mesmo dado que você já registra, fazendo o trabalho que hoje é seu.
Embarcação, horário, instrutores, mergulhadores. O sistema controla a lotação e a proporção instrutor/aluno antes que vire problema no píer.
Você manda um link (ou mostra um QR no balcão) e ele preenche os dados, a ficha médica e a assinatura pelo celular, antes de chegar.
Cada reserva, aluguel e extra fica registrado com a forma de pagamento. O fechamento do dia vira uma conferência, não uma reconstrução.
O sistema cruza o que cada instrutor fez com as tarifas dele e monta o detalhamento. Você confere e paga.
Uma ferramenta, não dez planilhas.
Quem faz
Sou instrutor de mergulho, hoje em Roatán. Vi o mesmo caos em centros do Brasil, do México e de Roatán — é um problema que atravessa fronteiras, e foi isso que me levou a construir o DiveSynk.
Mais de 17 anos em cibersegurança. Projeta e opera a infraestrutura onde vivem os dados de cada centro: isolamento entre centros, criptografia e backups verificados. Segurança é o ponto de partida, não um extra.
Português, espanhol e inglês — o sistema inteiro, não só o menu. Seus instrutores e seus mergulhadores usam no idioma que realmente falam.
Está mais abaixo nesta mesma página. Sem “fale conosco”, sem demonstração obrigatória só para saber quanto custa.
Cada centro é isolado no nível do banco de dados, não por uma condição no código. Os backups são criptografados e o processo de restauração é testado.
Preços
Dois planos. O anual são 10 meses (dois por nossa conta). E os primeiros 50 centros entram com 50% de desconto no anual.
Perguntas
Foi feito para quem atende no balcão, não para um administrador de sistemas. E você não começa do zero: se hoje seus clientes estão numa planilha, a gente carrega para você e você já começa com seus dados dentro.
Só você e sua equipe. Cada centro é isolado no nível do banco de dados: nenhum outro centro consegue ver a sua informação, nem se quisesse. Os backups são criptografados e a gente testa a restauração, que é a parte que quase ninguém testa.
Sim, o sistema inteiro. Cada pessoa da sua equipe escolhe o idioma dela, e os formulários que você manda para os mergulhadores saem no idioma deles.
Sim, e provavelmente mais: quando a equipe é pequena, as horas administrativas saem do seu próprio tempo. O plano BASIC foi dimensionado exatamente para isso.
Escreva para a gente e configuramos com as informações do seu centro. Se seus clientes já estão numa planilha, nós carregamos.
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